
Julgue, como se eu fosse Judas no sábado de aleluia!
Dê-me as palavras para que haja um diálogo, vou pregar atrás da minha porta e eu já não preciso do mundo.Abaixo o além de dia, céu com nuvens escassas. À noite, nem sempre límpido... Porém o céu; e estrela sempre tem. Quem me dera um céu vazio, azul isento de sentimento e cio.Cortei minha cabeça e livrei deste mundo. Noite de lua minguante, janela entre aberta. Bate nas paredes, cai da cama, pesada de pensamentos... Talvez isso me assuste, talvez contemple... Contra a lua, buscando o tom dos meus olhos. Não quero causar impacto, peço apenas um tratamento condigno para essa cabeça súbita.
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