domingo, abril 12, 2009


"Uma andorinha só não faz primavera, nao faz verão"
Aristóteles quis dizer, sobretudo, que por mais significativo seja o ato, para que o mesmo produza efeitos concretos, faz-se necessária, além da pluralidade de sua autoria, uma execução permanente no tempo.Nenhum ato isolado, portanto, sem que haja convivência ou assunção pela sociedade diz seus propósitos e uma execução permanente, terá qualquer capacidade transformadora. Uma preocupação, além de autoral, temporal...do filósofo.
Tal expressão com o caminhar do tempo, foi se aperfeiçoando...e hoje, aqui, acolá, é comum escutá-la com o singelo sentido de que uma pessoa só nao é capaz de resolver os problemas impostos...
Essa dependência fodida.E eu aqui, um parafuso solto na máquina do mundo.

Se nao souber os próximos lances desse jogo de xadrez, meu amigo...check mate!

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